BATEKOO Festival anuncia 2ª edição em São Paulo e abre venda de ingressos
Batekoo Festival: Depois de receber 12 mil pessoas em sua estreia, com um line up protagonizado por artistas como Fat Family, Ludmilla, Afro B, O Kannalha e Seu Osvaldo, primeiro Dj do Brasil, a BATEKOO acaba de anunciar a segunda edição do seu já memorável festival.

O projeto – que está com a venda de ingressos aberta exclusivamente pela plataforma Shotgun – é a criação de um novo universo que conecta a ancestralidade ao movimento negro moderno e atual. “’O Big Bang dos Pretos’ é o mote imaginário que move a marca em 2023, referenciando o conceito de quilombo/quilombagem, onde vemos grandes aglomerações de pessoas pretas de diferentes diásporas celebrando a negritude e suas diferentes-iguais identidades”, explica Mauricio Bahia Sacramento, CEO, fundador e diretor criativo da BATEKOO.
O lema divulgado no ano anterior, “A gente não quer ser assistido, a gente quer se assistir”, segue sendo, ainda, o propósito da iniciativa que surge como um manifesto que suplica por um espaço em que vejamos pessoas negras não apenas no palco, mas também na pista. É esse o discurso que questiona a banalização do termo “representatividade”, deixando claro que esses corpos não querem ser exceções.
Sobre o Batekoo Festival
“A curadoria foi um dos pontos mais elogiados pelo público no último ano e conseguimos perceber o quanto a nossa visão reverberou e impactou o lineup de outros festivais no Brasil. É incrível perceber o quanto podemos impactar positivamente o setor musical e de entretenimento. Este ano, tendo tido uma primeira experiência de como é fazer um festival, construiremos uma curadoria que, ao mesmo tempo que homenageia em vida a ancestralidade, também aponta o futuro da música brasileira para além do eixo Rio-São Paulo”, compartilha Artur Santoro, agitador cultural e sócio da BATEKOO.
O BATEKOO Festival 2023 irá ocorrer no dia 07 de outubro de 2023 e os ingressos estão disponíveis a partir de R$65.
Sobre Batekoo
Batekoo é uma festa brasileira que nasceu em Salvador, Bahia, em 2015, com o objetivo de criar um espaço seguro e inclusivo para a comunidade negra e LGBT+ na cena noturna. Desde então, a festa se espalhou por todo o país, se tornando um grande fenômeno cultural.
O nome Batekoo vem da junção das palavras “bate cabeça” e “funk”, que são ritmos populares na periferia brasileira. A festa mistura esses gêneros com outros estilos musicais, como hip-hop, trap, R&B, entre outros, criando um ambiente dançante e vibrante.
Além da música, a Batekoo tem como marca registrada sua postura política e socialmente engajada. A festa se posiciona contra a opressão e luta por igualdade de direitos, valorização da cultura negra e representatividade LGBT+ na mídia e na sociedade como um todo.
Hoje, a Batekoo é um dos principais eventos da cultura negra e LGBT+ no Brasil, atraindo pessoas de todos os gêneros, raças e orientações sexuais. A festa já foi realizada em diversas cidades do país e também em outras partes do mundo, como Portugal e França.
Para saber mais, acesse:
Sobre a importância dos festivais pós pandemia
Além disso, os festivais musicais são uma forma de reunir pessoas e promover a interação social e cultural. Depois de meses de isolamento social, as pessoas estão ávidas por se conectar novamente com os outros e celebrar a vida e a música. Os festivais podem ser uma experiência emocionante e inesquecível, onde as pessoas podem se divertir, dançar e experimentar novas culturas musicais.
Os festivais também têm um papel importante na promoção do turismo e na geração de empregos em diversas áreas, como transporte, hospedagem, alimentação, segurança e produção de eventos. Eles podem ajudar a impulsionar a economia local e regional, atraindo pessoas de outras cidades e países para participar do evento.
Por fim, os festivais musicais pós-pandemia podem ser uma plataforma para promover a diversidade e a inclusão na indústria da música. Eles podem oferecer espaço e oportunidades para artistas emergentes e subrepresentados, promovendo a diversidade de gênero, raça, orientação sexual e identidade de gênero. Essa diversidade pode ajudar a criar uma indústria musical mais justa e representativa para todos.