Curumin apresenta sua leitura do álbum Talking Book, de Stevie Wonder, no Sesc 24 de maio
Olha eu aqui novamente para uma cobertura especial, e que vocês ainda vão ver mais por aqui em algum momento: Curumin. Dessa vez para falar sobre o show surreal que foi esse cantando Talking Book do Stevie Wonder, no Sesc 24 de maio.

Pra começar, vamos falar da unidade 24 de maio: bom demais. Eu sempre chego cedo quando vou fazer algo lá, propositalmente, pra tomar um café ou mandar aquele sorvete incrível. Se depender de mim, eu sempre vou falar bem do Sesc, não tem jeito não. Comida boa, barata, tudo acessível, bom demais.

Mas falando de show, Curumin entregou tudo e mais um pouco nessa apresentação. Ao lado de músicos talentosíssimos que também deram um show à parte. A ficha técnica está logo abaixo.





FICHA TÉCNICA
Curumin – voz, bateria, programação
Limma – teclados
Tamiris Silveira – teclados
Lucinha Turnbull – guitarra
Lucas Martins – baixo
Edy Trombone – trombone e percussão
Josy.Anne – backing vocals
Stela Paixão – backing vocals
Uli – backing vocals
Sobre o projeto 72-22: meio século de discos históricos
Em 1972, a música brasileira vivia um de seus anos mais inspiradores. No auge da repressão da ditadura vivida no Brasil, o ano marcou curiosamente o momento de plenitude de uma geração de artistas que surgiu e se encontrou na música a partir da bossa nova, como também iniciou uma fase áurea da indústria fonográfica no país, período em que milhões de álbuns eram vendidos sem mesmo ter apelo comercial.
Além de Stevie Wonder, foram escolhidos para a série os discos Dança da Solidão, clássico de Paulinho da Viola, “Clube da Esquina”, de Milton Nascimento e Lô Borges, “Transa” de Caetano Veloso, um trabalho unânime de sua discografia; “; “Expresso 2222” de Gilberto Gil, que marca o retorno do músico ao Brasil depois de anos de exílio em Londres; “Acabou Chorare” dos Novos Baianos, banda de artistas ousados como Baby Consuelo, Luís Galvão, Pepeu Gomes, Morais Moreira, entre outros e Elis, o “o disco da cadeira” que consagrou Elis Regina como a maior cantora do país.
Cada álbum é apresentado em dois shows com artistas representativos da cena musical brasileira que abraçaram o desafio de interpretar esses grandes clássicos da MPB.
Vanessa Moreno, Letrux, Larissa Luz, Francisco, El Hombre, Curumim, Carlos Malta e Pife Muderno participam desse projeto que reforça como 1972 foi um ano em que músicos ousaram, traçando rumos absolutamente inesperados e inimagináveis.


A importância da música e da cultura em nossas vidas
A música e a cultura desempenham um papel fundamental em nossa sociedade. A música é uma forma de expressão artística que transcende as barreiras culturais e linguísticas, proporcionando uma conexão emocional entre as pessoas. Além disso, a música tem sido utilizada ao longo da história como uma ferramenta para a comunicação, a celebração e a preservação da história e das tradições.
A cultura, por sua vez, é o conjunto de valores, crenças, costumes e práticas que moldam a identidade de um povo.
A cultura é uma forma de transmitir conhecimento e sabedoria de uma geração para outra, preservando a história e a identidade de um povo. Juntas, a música e a cultura têm um papel importante na formação de nossa identidade como seres humanos, e na promoção da diversidade cultural e da tolerância. Elas nos permitem expressar nossas emoções e experiências, e nos conectam com outras pessoas que compartilham os mesmos valores e interesses.
Além disso, a música e a cultura têm um impacto econômico significativo, impulsionando a indústria criativa e atraindo turistas e investimentos para as comunidades locais.
Em resumo, a música e a cultura são elementos fundamentais para a nossa sociedade, desempenhando um papel vital na promoção da expressão artística, da identidade cultural, da diversidade e da economia criativa.