A mostra abre dia 10 de agosto, no Tendal da Lapa, reunindo mais de 50 obras do artista. Entre os principais pilares da curadoria, uma série de 26 azulejos, intitulada “Orixás, Santos Pretos e Entidades”, trabalhos realizados com botões, plugs de mixer e búzios, além de colagens que homenageiam Maria Bethânia e Gilberto Gil.


“Algumas dessas são inspiradas em meus ancestrais e meus guias, como Sultão das Matas e Capa de Aço, entidades do Ilé Asé Opo Baragbo, minha casa de Asé”, destaca.
A exibição conta ainda com “Ogó”, uma escultura feita especialmente para essa estreia, além do quadro “Criolé sobre o Chão do Vai Vai”, um dos mais significativos. A obra é uma homenagem a Otávio Câmara do Nascimento, criador do personagem que está reproduzido com pintura, lantejoulas e um pedaço do piso da demolição da escola de Samba Vai Vai, onde Max faz parte da ala dos compositores.
“Ojú Adé”, nome de iniciação do artista no candomblé, significa “Olho da Coroa”. A curadoria é do grafiteiro Bonga e da galerista Ceres Macedo.
Em sua primeira incursão no mundo das artes plásticas, teremos a oportunidade de vasculhar a mente inquieta e criativa de um dos artistas mais importantes da música brasileira que, agora, nos convida a conhecê-lo além das rimas.

SERVIÇO
Ojú Adé – o Olho da Coroa no Tendal da Lapa
Terça a sexta das 09h até 20h | Sábado das 09h até 15h | Aos domingos, de acordo com a programação (vide horário de funcionamento nas redes sociais)
Entradas gratuitas
R. Guaicurus, 1100 – Água Branca, São Paulo – SP, 05033-002